
Dá-me a tua mão
Vem, ouves o vento?
Sentes o cheiro da terra, o cheiro do pão
Os delírios da serra, onde não existe tempo.
A sabedoria feita da simplicidade
As mãos de sábios e ásperos gestos,
Do passado ávidas de saudade.
Sentes, não fujas, não ignores, fica, vive
É um mundo de passado e presente.

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