
O abismo começa em ti
Em ti encerra-se o enigma.
Quem és?
Que música é esta que fazes cair em minha morte?
Inclino-me em ti...
Procuro o absurdo traço de cada inigma.
Silêncio nos olhos
Entre a dor e o espanto da treva.
Despenho-me nesses precipicios,
Arrebata-me esse brilho tão vivo,
Crescendo para a escuridão
Para o abismo.
Os riscos correm para o teu silêncio
Silêncio que ambiciona o caos.
Eu despenho-me na tua música.

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