
São caixinhas de segredos as palavras
Que brotam livremente com o movimento dos meus dedos,
São pássaros, livres,
São gotas de orvalho.
Guerreiras da paz umas
Outras respiram a morte
Outras a vida.
Novelos que desfio lentamente
Nunca de forma clara ou concisa.
DEpósito de lágrimas e alegrias
Cúmplices de meus desvaneios.
Marcas gravadas no papel, Imortais
Como imortal não sou,
Entrego-me a vós, eternas detentoras do saber.

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