
O Horizonte é sempre aquilo que quanto mais perto chegamos
mais longe parece estar.
É sempre o que olhamos como farol
o que contemplamos como imaginário aquela linha, meio pêndulo do destino
meio fio de trapézio
meio corda bamba
que nos abana
e nos equilibra
num só olhar
e assim é também…
E assim ela olhava também o horizonte
Sempre olhou
No dia em que te conheceu, esqueceu-se que assim é também
sempre e,exactamente,
o amor
E hoje ela volta à beira-mar
Para olhar o horizonte como sempre olhou
E chorar o amor como sempre chorou
De todas as vezes, esquecida que o horizonte
está sempre onde ainda não chegámos
Se parecia que sim…
Assim
Ela volta à beira-mar
o que contemplamos como imaginário aquela linha, meio pêndulo do destino
meio fio de trapézio
meio corda bamba
que nos abana
e nos equilibra
num só olhar
e assim é também…
E assim ela olhava também o horizonte
Sempre olhou
No dia em que te conheceu, esqueceu-se que assim é também
sempre e,exactamente,
o amor
E hoje ela volta à beira-mar
Para olhar o horizonte como sempre olhou
E chorar o amor como sempre chorou
De todas as vezes, esquecida que o horizonte
está sempre onde ainda não chegámos
Se parecia que sim…
Assim
Ela volta à beira-mar
para lembrar que se esqueceu que o horizonte é uma linha imaginária
para esquecer que se lembrou de amar

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